Charges do Benett


jorge


Livro Sobre Charges


Consegui entrevistar um dos chargistas mais autênticos e íntegros que já conheci, o Latuff. Ele tem uma visão de mundo muito clara e convicções muito fortes e definidas, a partir das quais constrói seu discurso. Um artista raro, com uma postura que lembra muito caras como Banksy, Dahmer e Henfil. Me senti meio irrelevante falando com ele, mesmo que por e-mail. A entrevista pretende integrar um livro sobre charges que devo publicar ano que vem, só com entrevista e debates com chargistas. O tema? Charges. Por falar em charges...


01 Gazeta do Povo




02 - Folha




03 - Folha




04 - Gazeta




04 - Gazeta




Escrito por Alberto Benett às 08h58
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uma sexta-feira nada fácil três charges num dia...

A eleição do Obama foi um desses momentos históricos que inspiram de verdade um chargista. Eu não tava escalado para publicar nesses dias, pré e pós-eleição, mas não deixei de ao menos fazer uma referência ao assunto em duas charges de hoje, na GP.

Gazeta do Povo - 01


Folha de S. Paulo


Gazeta do Povo - 02


daqui a pouco posto alguns esboços, rabiscos e etc...

uma idéia não aproveitada para uma charge. mas pra que finalizar, se não vai ser publicada?


aliás, me sinto meio órfão de espaço de charge. na real, eu só publico nas folgas e férias do Paixão. então, o espaço ali do jornal é dele. há 25 anos. esse espaço na folha é do angeli, do glauco e do jean. eu sou um corpo estranho ali, tô só cobrindo férias. o tiago recchia tirou férias esses tempos e eu publiquei no espaço que é dele.

então, eu sou um homeless da charge. um sem-teto. preciso descolar um espaço que eu possa dizer "este é meu, posso experimentar, posso fazer charges em seqüência sobre o mesmo assunto, posso fazer um desenho mais solto e tal". porque tem diferença...é como quando o cara vai para a praia e você fica tomando conta da casa. tudo bem, dá pra andar pelado pela casa, mas não é a TUA casa. eu tô precisando achar o meu cantinho, mas com essa crise de crédito...

outra idéia não aproveitada


esta sai na gazeta de amanhã






Escrito por Alberto Benett às 08h46
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a saideira...


Para quem não leu...

Sobre como salvei uma alma
um colega que está começando no ramo do chargetanismo me pediu umas dicas para fazer "charges melhores". bem, eu lhe disse, se soubesse, eu melhoraria as minhas próprias que, na minha opinião, andam meio perrengues. no mais, ainda não me sinto um cara que pode dar dicas e manhas, conselhos e sugestões. não para fazer charges. as únicas coisas que sei é que, antes de o sujeito começar nessa área, ele tem que ter consciência de que vai fazer isso pelo resto da vida. vai desenhar todos os dias uma piada sobre políticos. pior, vai ler sobre os políticos todos os dias.

vai pensar no josé sarney 250 dias por ano. vai conviver virtualmente com o jáder barbalho e o arthur virgílio. vai se relacionar à distância com o agripino maia, com o severino cavalcanti e com o garibaldi alves. vai olhar para o cabelo do wellington salgado com mais frequência que a saúde pública permitiria; vai ouvir a voz do maluf; vai saber detalhes da vida sexual do renan calheiros; vai olhar nos olhos do zé dirceu (nunca olhe diretamente nos olhos do zé dirceu); vai se pegar pensando na dilma rousseff enquanto transa com a namorada; vai sentir a mão cabeluda do josé serra nas suas costas durante o almoço; vai ouvir de madrugada a gargalhada do clodovil; vai acordar com o bigode do mercadante batendo na janela do quarto querendo entrar; vai acordar um dia com o dedo do lula na sua gaveta de meias...é terrível, meu amigo. é terrível. conheço alguns que tomam calmantes para cavalo, pra aguentar o tranco.

fazer charges é um ofício que exige, além de algum talento para o desenho e humor, estômago e coragem. é como se você tivesse que limpar fossas nas casas dos trolls. é nojento, cara. é nojento. bem, esse colega me olhou, ficou em silêncio e meio que desistiu da coisa. soube recentemente que ele se matriculou na faculdade de advocacia e vive bem mais feliz hoje em dia.

Benett

se eu fizesse charges diárias, teria desenhado (e publicado ) estas idéias:

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02


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O Angeli está de férias. Jean cobre férias do Angeli e eu cubro o Jean cobrindo férias do Angeli na Folha de S. Paulo. Todo sábado até o meio ou final de novembro. Ahn...depois posto mais alguns rabiscos de charges aqui.



Escrito por Alberto Benett às 19h21
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Benett wasn't there


a ideia da charge...


...e como ela ficou depois de pronta:




eu tinha esquecido dessa charge. saiu há umas duas semanas, logo que estourou a crise.




Vi uns blogs de chargistas americanos como Tom Toles e o Nick Anderson (tem link ao lado) e eles têm postado os esboços das idéias e tal. Claro, resolvi fazer também, achei divertido. Como este rabisco...



e a versão finalizada da charge.



esta (ainda) não foi aproveitada, mesmo porque eu errei o crédito do quadro. Não é Tanashiro, mas sim Katshushika Hokusai.


mais uma idéia, mas essa já tá pra lá de manjada...



Escrito por Alberto Benett às 08h07
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Here go again!!!
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Segue uma entrevista que a Renata, estudante de Jornalismo fez com este cartunista/chargista.

1. A charge é um gênero opinativo, mas ela expressa a opinião dos veículos e seus interesses ou o chargista possui autonomia? Vocês tem liberdade para criar?

Hoje posso dizer que tenho liberdade. Não tenho tido problemas com vetos há muito tempo. No meu caso, pelo menos, a charge não expressa a opinião do jornal, as vezes isso acontece, mas nem sempre. Por incrível que pareça, alcançamos uma certa pluralidade de opiniões dentro das páginas da GP, o que é ideal para um veículo que pretende chegar às mãos do maior número de pessoas.
Conheço alguns editores pró-governo e outros contra, e nunca implicaram com o que faço. Discordam em alguns pontos de vista, mas respeitam.
Na real, o que as pessoas precisam saber é que o chargista não se importa com legendas ou nomes, mas sim com a ética, a justiça social, honestidade, a liberdade de expressão, a democracia e, acima de tudo, o humor. Valores muito maiores do que os personagens mesquinhos da politicagem do dia-a-dia, ou esses partidos políticos que não representam efetivamente a população, mas sim grupos e interesses econômicos particulares.

2. Como se dá processo de construção das charges da forma como se apresentam (irônica, cômicas e contextualizada). São pautadas/ encomendadas? Surgem da percepção do artista sobre os principais fatos?

Não, não são pautadas da mesma forma que um jornalista é pautado, por exemplo. Algumas vezes o editor conversa “olha, essa é uma edição especial sobre as eleições americanas. Que tal se você fizesse alguma coisa sobre o assunto?”. Isso é o máximo que pode acontecer, a busca por um alinhamento de temas.
O chargista desenha sobre as principais notícias da semana, para seu trabalho ter algum sentido. Mas isso é o de menos, o mais importante é o chargista ler os fatos além da superfície da notícia. Você falou muito bem em percepção, e é justamente isso que diferencia um bom chargista de um chargista razoável: a percepção do que há por trás da notícia, a capacidade cognitiva de criação do chargista depende de ele queimar fosfato pensando em algo além do senso comum. A charge não pode simplificar tanto a ponto de deixar a discussão rasteira.


3. A migração das charges para a TV e para internet permite que o público tenha uma melhor leitura das charges mesmo sem estar suficientemente informado sobre o assunto do qual elas tratam?

Poatz! Honestamente, acho uma merda as charges eletrônicas brasileiras. Elas pasteurizam a contundência da charge e deixam a coisa meio…zorra total. Vi algumas americanas e pareciam menos preocupadas com a audiência da tv, mas eram uma merda também. E, na real, nem é preciso estar muito informado para entender a charge, basta ter “ouvido falar no assunto”, que acho que isso é o máximo que o brasileiro médio se dispõe a assimilar das informações que lhe são vomitadas todos os dias.
Penso que, se o cara não entendeu no jornal, vai ficar sem entender na tv ou internet, vai rir do cara caindo de bunda, sabe? Não quero generalizar, mas sei bem que a minha charge –assim como todo o meu trabalho- está restrito a um nicho muito pequeno de uma parcela alfabetizada da população.
Na internet as charges revigoraram. Surgiram mais espaços, espaços interativos, mais chargistas, que passaram a trocar informações entre si. E isso revitalizou o espaço dos jornais, que estavam exíguos. Agora estão só um pouco exíguos:>)


4. Como é o seu processo de criação?

Gasto umas quatro ou cinco horas no processo todo, de rabiscar no papel as idéias, desenhar, digitalizar, colorir, enviar para o jornal por e-mail. Normalmente desenho duas ou três charges, escolho a melhor e mando, ou mando todas para o editor escolher. Pela manhã leio dois jornais, dou uma olhada nos blogs de notícias, vou verificar se a idéia que tive já não foi feita por outro desenhista. Vou me informando no decorrer da semana para regurgitar a charge no domingo. A verdade é que, depois de tudo isso, fico esgotado. Ainda mais se não consegui pensar numa charge muito boa.


5.Muitas charges geram polêmica por conta de seu conteúdo. Algumas, como aquela famosa do profeta Maomé, repercutiram mundialmente. Quais são os limites éticos do chargista? Até onde ele pode ir nesse aspecto?

É…eu jamais desenharia uma charge sobre Maomé, mesmo porque meu pescoço tem alergia a aço e meu organismo costuma rejeitar pólvora.
Bem, claro que há limites, tem que ter bom-senso. Mas o humor sempre vai extrapolar esses limites uma hora ou outra, sempre vai acabar soando preconceituoso, ofensivo, agressivo. É foda, vai muito do que o leitor quer enxergar também.

6. Na sua avaliação, a charge é um gênero jornalístico?

É, assim como a crônica, o editorial. Ela é uma forma gráfica e satírica de opinar. Ela é ficcional, mas parte de assuntos de nossa realidade. Puramente cômica ou somente crítica. A charge pode não ser engraçada ou muito crítica, mas ela precisa ser inteligente. Essa é a minha opinião, alguns gostam só de piadas, outros só de pancadas…


5. Quais são os maiores desafios profissionais de um cartunista?

Acredito que é recuperar um pouco do conteúdo de nosso trabalho, recuperar uma certa imagem construída por caras como o Millôr, o Jaguar. Parece que hoje nos levam menos a sério ainda do que nos anos 70/80. Os cartunistas perderam espaço para os designers gráficos, stand-ups e estilistas, um pouco também porque as pessoas acham que cartum é coisa de velho romântico, saudosista dos anos 60 ou de moleque de boné.
O fato é que agora somos nanicos intelectuais, e isso é um pouco reflexo do que as pessoas têm lido nas charges, cartuns e tiras. Não que eu defenda o intelectualismo no cartum/charge, mas eu defendo piadas inteligentes, capazes de escalar e saltar o muro da obviedade, só isso. Muro da obviedade, isso foi tão sublime…

8. Hoje existe mais espaço para as charges nos veículos?

Acho que isso depende muito de quais chargistas estão disponíveis, se são adequados para determinado jornal. Há uma valorização da produção gráfica nos jornais, mas tá meio restrito a alguns jornais que conseguem se dar ao luxo de pagar por isso, ou são sérios o suficiente para admitir um humorista entre seus colunistas.
Não sou tão bom ou experiente assim para dar conselhos, nem quero soar arrogante, mas acho que hoje o cara deve saber mais do que simplesmente desenhar para fazer charges. Deve compreender o que tá falando. Só chamar um cara de ladrão ou corrupto…bem, temos 200 chargistas que podem fazer isso, e que estão disputando o mesmo espaço em dois ou três jornais. Os jornais encolhem, diminuem a tiragem e o número de chargistas aumenta. A saída é estudar desenho, estudar jornalismo, estudar pintura digital, essas coisas. De forma auto-didata ou não, como em qualquer outra profissão. Ou isso ou o cara vai se foder completamente.

9. Nota-se que muitas pessoas confundem charges com cartuns. Quais são as principais diferenças ente os dois gêneros?

Amor é prosa, sexo é poesia e cartum é masturbação. Charge…bem, tive um bloqueio agora, não consegui associar a charge com nada sexual, só me veio à mente o Sarney, o Jader Barbalho, o Marcos Valério, o Bush. Não sei…charge é sadomasoquismo, talvez. Definir charge e cartum…não sei, depende, se você tirar o cartum de náufrago isolado numa página qualquer de uma revista e colocá-lo na página de opinião de um jornal direcionado ao Sindicato dos Náufragos, ele vira uma charge.
Mas, bem…eu não sou muito bom em definir essas coisas. O Angeli e o Paixão têm as manhas. O Tiago Recchia também. O Jaguar passou 40 anos respondendo a essa pergunta. Eu não consigo distinguir um chinês de um sul-coreano ou um tutsi de um bantu. Ou um sasquatch de um yeti. Com a charge o cartum é a mesma coisa…


Escrito por Alberto Benett às 17h39
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É triste dizer isso, mas quanto pior a situação, melhor para o cartunista. Não, não somos bem uns urubus que faturam em cima da crise, mas é que...são mais assuntos, mais possibilidades, coisa nova. Fazer charge sobre eleições pela milésima vez é um saco. Ou festa junina -quem não desenhou as quadrilhas de Brasília?- ou olimpíadas...Deus é bom (Atenção: ative seu decodificador de ironia, please!) volta e meia Ele nos brinda com algum escândalo ou tragédia.



Tinha pensado em uma charge com o título "Cow Parade", usando o Bush e aquele touro do Lehman Bros, na Wall Street. Mas como não vou publicar, nem cheguei a desenhar.



mais uma só...







Escrito por Alberto Benett às 12h57
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Fudeu, meus caros, qubraram a banca. A "Era Bush" tinha que terminar desse jeito, exatamente como começou, com um grande desastre. Cara, tirando, talvez o Mugabe e o Osama e uns 70 ou 90 políticos brasileiros, acho que o Bush é o cara mais filho da puta desse século. De quem é a culpa da merda que está dando no mundo? Adivinhem...



here go again...mais charges da última semana.

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é...eu achei que tava com boas idéias.

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esta daqui é do começo da semana.
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Escrito por Alberto Benett às 12h33
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O Grande Satã 01


O Grande Satã 02

Igual a tudo na vida


A primeira charge do final de semana. E essas eleições? Não sei em outras cidades, mas em Curitiba tá um porre. Os mesmos candidatos, a mesma desfaçatez, a mesma mediocridade, os mesmos engomadinhos, os mesmos palermas tentando ser vereador, prefeito... Até as eleições passadas, eu votava em determinado candidato ou partido por...uh...dever cívico - do tipo, não votar é dar brecha para o mais fdp e prejudicar o menos fdp. Mas as vezes penso que votar já é fazer parte de todo um esquema podre -uma falsa democracia, digamos. Um joguinho em que, no final, você vai ficar com a mesma cara de otário. Vai se sentir enganado, vai ver os mesmos 5 ou 6 mafio...digo, políticos, investindo pesadamente as verbas públicas na educação, saúde, segurança e economia de suas próprias famílias. Então, num sei...num sei mesmo se vou votar em alguém este ano. Alguém me convença, por favor.

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Escrito por Alberto Benett às 10h36
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Três tristes charges
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Escrito por Alberto Benett às 08h26
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Mias charges sobre o tema que tomou conta da mídia nas últimas semanas. E quando digo mídia, estou me referindo aos meios de comunicação, ou seja, tv, internet, rádios, jornais, e não àqueles cedezinhos vagabundos azuis, usados para gravar filmes piratas...
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O petróleo é dele!!!



Escrito por Alberto Benett às 17h25
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Sabem o que quer dizer ABIN? Agência Burra de Inteligência. Ah, sim, transferi todos os links de cartunistas pra cá (tem mais ainda, não terminei), quero dar uma revigorada nesta espelunca, ok?

inteligência? aonde?


ah, o fscismo de nossa polícia...


Nepotismo way-of-life


ops...depois de um tempo longe daqui por motivos...ahn...na real, odiei as últimas charges que tinha feito, então nem postei aqui. aliás, adndo precisando repensar meus desenhos e minhas idéias para as charges. mesmo porque, em alguns dias, vou retomar as charges diárias e serial legal fazer algo que eu me orgulhasse minimamente, não?

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Escrito por Alberto Benett às 20h44
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ando fazendo charges diárias nesses últimos dias. tô meio enferrujado, mas vamos tentando...
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Escrito por Alberto Benett às 17h18
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Mais charges da semana...
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Prometo não desenhar mais charges nem escrever textos sobre...ahn...Batman e Coringa.

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Escrito por Alberto Benett às 15h51
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Acho que deviam substituir, pelo menos no Brasil, a Têmis, Deusa da Justiça, pela Gení - tem um pouco mais o nosso espírito.

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03 - uma charge local, para dar uma equilibrada...





Escrito por Alberto Benett às 08h23
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Proctógenes...isso lá é nome de delegado? Ele deveria ser...sei lá, proctologista, hehe...



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Escrito por Alberto Benett às 13h24
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